Acessibilidade digital na saúde: o que um app médico precisa ter
Equipe TELI. Publicado em .
Acessibilidade digital na saúde é garantir que qualquer pessoa, inclusive quem usa leitor de tela, teclado ou zoom, consiga marcar, pagar e fazer uma consulta sozinha. A Organização Mundial da Saúde estima 1,3 bilhão de pessoas com deficiência significativa no mundo. Na TELI, a consulta inteira funciona com NVDA, VoiceOver e TalkBack: pedir, pagar R$ 29 e ir pro médico.
Acessibilidade digital na saúde: o checklist
- Leitor de tela: todo botão com nome, todo campo com rótulo, títulos em ordem lógica.
- Teclado: dá para fazer tudo com Tab, Enter e setas, com foco visível.
- Zoom: a página aceita ampliação sem cortar conteúdo.
- Contraste: texto legível sobre o fundo.
- Avisos em voz: mudanças importantes (fila, início da consulta) anunciadas ao leitor de tela.
- Tempo: etapas sem limite curto que expulsa quem navega devagar.
- Documentos: PDF com texto real, legível por leitor de tela.
Essas práticas seguem as diretrizes internacionais WCAG e as orientações de acessibilidade digital do governo federal.
Telemedicina acessível: como a TELI aplica
- Cadastro e pagamento com campos nomeados e a bandeira do cartão lida pelo nome.
- Botão "Copiar código Pix".
- Na fila, o leitor anuncia "Procurando médico" e o tempo de espera a cada minuto.
- Aviso em voz quando o médico é encontrado e a consulta começa.
- Roteiro de teste com NVDA publicado na página de acessibilidade.
Por que acessibilidade é questão de saúde
Quando o serviço digital exclui, a pessoa depende de alguém para algo íntimo como uma consulta médica. Quando inclui, ela ganha autonomia e privacidade. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) garante o acesso da pessoa com deficiência à informação e à saúde em igualdade de condições.
Consulta médica para pessoa com deficiência, em 3 passos
- Pedir: teli.app.br no navegador, com o leitor de tela que você já usa.
- Pagar: R$ 29 por Pix, cartão, Apple Pay ou Google Pay.
- Ir pro médico: sala de vídeo com médico clínico com CRM, 24 horas.
Onde a consulta online ajuda
A consulta por vídeo pode ajudar na avaliação inicial dos sintomas e na orientação sobre os próximos passos. O médico considera a história, a evolução do quadro e as informações disponíveis, e decide se é necessário atendimento presencial. A possibilidade de avaliação a distância depende de cada caso. O pagamento remunera a consulta e não garante diagnóstico, tratamento específico ou emissão de documentos. Em caso de piora ou sinais de alerta, procure atendimento presencial; não espere uma teleconsulta para buscar ajuda em uma emergência.
Perguntas frequentes
O que é acessibilidade digital na saúde?
É garantir que qualquer pessoa, inclusive quem usa leitor de tela, teclado ou zoom, consiga usar serviços digitais de saúde sozinha.
Existe telemedicina acessível para cegos?
Existe. A TELI funciona com NVDA, VoiceOver e TalkBack, do cadastro à sala de vídeo.
Como saber se um app de saúde é acessível?
Teste com leitor de tela e só com teclado: todo botão precisa ter nome, o foco precisa aparecer e os avisos precisam ser anunciados.
Quanto custa a consulta acessível na TELI?
R$ 29, o mesmo valor para todos, 24 horas.
Fontes
Procure atendimento presencial: Falta de ar, dor forte no peito, desmaio ou sinais de AVC: pronto-socorro ou 192 (SAMU).
Conteúdo educativo. A avaliação individual depende de consulta com um profissional de saúde. Conheça como funciona o atendimento por vídeo e seus limites.