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Privacidade na telemedicina: como seus dados de saúde são protegidos

Equipe TELI. Publicado em .

A privacidade na telemedicina se apoia em três camadas: o sigilo médico, a LGPD, que classifica dado de saúde como dado pessoal sensível, e a segurança técnica da plataforma. Na consulta online da TELI, a conversa acontece numa sala de vídeo privada, o registro vai para o prontuário e os documentos saem com assinatura ICP-Brasil.

Privacidade na telemedicina: o que a lei garante

  • Sigilo médico: vale igual na consulta por vídeo e na presencial (Resolução CFM 2.314/2022).
  • LGPD (Lei 13.709/2018): dado de saúde é dado pessoal sensível, com regras mais rígidas de uso e compartilhamento.
  • Seus direitos: saber quais dados são tratados, pedir acesso, correção e informação sobre compartilhamento.
  • ANPD: a Autoridade Nacional de Proteção de Dados fiscaliza e recebe reclamações.
  • IA: a Resolução CFM 2.454/2026 exige LGPD em todo sistema de IA usado na medicina.

Telemedicina é segura? Como escolher o serviço

  • Médico identificado com nome e CRM.
  • Política de privacidade clara, com contato do encarregado de dados.
  • Documentos com assinatura digital ICP-Brasil, conferíveis no Validar do ITI.
  • Empresa identificada, com CNPJ e responsável técnico.
  • Pagamento por meios conhecidos (Pix, cartão, carteiras digitais).

A TELI publica essas informações nas páginas Sobre e Segurança e privacidade.

Cuidados do seu lado da tela

  • Escolha um lugar reservado e use fone de ouvido.
  • Prefira a sua rede de internet a wi-fi público.
  • Guarde os PDFs da consulta numa pasta só sua.
  • Desconfie de mensagens pedindo senha ou código em nome do serviço.

A consulta online é gravada?

A consulta por vídeo segue a mesma lógica do consultório: o que fica registrado é o prontuário, com as informações que o médico anota sobre o seu atendimento. Pela LGPD, qualquer gravação ou uso de dado precisa ter finalidade clara e informada a você. Se tiver dúvida sobre o que um serviço guarda, pergunte ao encarregado de dados: a resposta é um direito seu.

No prontuário, os dados ficam guardados pelo prazo que as normas médicas exigem, com acesso restrito aos profissionais envolvidos no seu cuidado.

Pedir, pagar e ir pro médico, com sigilo

Na TELI, a jornada tem três passos: pedir em teli.app.br, pagar R$ 29 e ir pro médico, 24 horas. A conversa é entre você e o médico clínico com CRM, com o mesmo sigilo de um consultório.

Onde a consulta online ajuda

Para assuntos íntimos (saúde sexual, saúde mental, sintomas que dão vergonha), a consulta por vídeo oferece privacidade extra: você escolhe onde estar. O limite é o exame físico e a emergência.

Perguntas frequentes

Telemedicina é segura?

É, quando o serviço identifica o médico com CRM, segue a LGPD, mantém prontuário e assina documentos com certificado ICP-Brasil.

A consulta online é sigilosa?

É. O sigilo médico vale igual na consulta por vídeo e na presencial.

Dado de saúde tem proteção especial na LGPD?

Tem. A LGPD classifica dado de saúde como dado pessoal sensível, com regras mais rígidas.

Onde reclamar de uso indevido dos meus dados?

Primeiro com o encarregado de dados do serviço. Depois, na ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Fontes

Procure atendimento presencial: Falta de ar, dor forte no peito, desmaio ou sinais de AVC: pronto-socorro ou 192 (SAMU).

Conteúdo educativo. A avaliação individual depende de consulta com um profissional de saúde. Conheça como funciona o atendimento por vídeo e seus limites.

Conhecer o atendimento

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